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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Revelações


           Wander:
A lenda de um guerreiro


Capítulo 23: Revelações!



Varlock puxa sua espada, olha para Wander e sorrindo enfia a espada na barriga de Ygor com toda a força, tanta que a espada acaba atravessando o garoto:

Wander: NÃO YGOR!!!

Majstor: desgraçado...

Varlock: é uma pena, Wander. Achei que você tentaria me impedir. Estou decepcionado.

Wander: seu...

         Varlock então retira a espada da barriga de Ygor. Os guardas que seguravam o garoto então notaram algo de estranho:

Guarda 1: Lorde Varlock, olhe!

Varlock: o que?

         Varlock então percebeu que sua espada estava intacta, sem nenhuma mancha de sangue:

Varlock: como pode isto? Esse garoto não tem sangue?

         Os guardas retiraram a capa que cobria Ygor e se surpreenderam:

Guardas: é um boneco!

Davi: se isso é um boneco... Onde está o Ygor?

?????: Oras, estou aqui!

         Ao ouvir isso todos viraram para trás, era Ygor, que havia substituído seu corpo pelo espantalho de treino que ele havia encontrado. O garoto então pegou a adaga que roubou do guarda morto e atacou os guardas de Varlock, deixando-os inconscientes:

Varlock: não é possível...

Majstor: agora nós é que te pegamos Varlock.

         Majstor fez um muro de terra que acabou prendendo Varlock:

Varlock: tolos, pensam que me deterão... Eu tenho uma missão a cumprir, e a cumprirei!

Wander: missão? Quer dizer que seu objetivo era nos matar desde o início?

Varlock: claro que não Wander. Vocês foram apenas pedras que apareceram no meu caminho.

Davi: e qual a sua missão?

Varlock: ... Protegê-los...

Ygor: proteger?! Quem?

Varlock: não é da sua conta!

         Varlock então pulou o muro de terra feito por Majstor e partiu para atacá-lo:

Majstor: (desembainhando a espada) não tente me vencer, Varlock. Você não tem chances!

Wander: Majstor, Davi, Ygor... Saiam.

Ygor: o que?

Wander: essa batalha é minha. Vão libertar os prisioneiros e deixem Varlock comigo!

Ygor: você ta louco? Não vamos te deix...

Davi: Ygor! Deixe Wander. Ele sabe o que fazer.

Ygor: esta bem, boa sorte Wander.

         Os três saem deixando apenas Wander e Varlock:

Varlock: ora, ora. Então o aprendiz do sábio das montanhas pensa que pode me derrotar?

Wander: eu sei que posso. Você não é invencível!

Varlock: será?

         Varlock então corre em alta velocidade, surpreendendo Wander, e depois o ataca com sua espada, a Lâmina de Aurus. Mas Wander consegue puxar sua espada e se defender do ataque, resultando em um choque entre as duas lâminas:

Varlock: belo manuseio da sua arma, ele parece ser bem estável, igual a minha. Se não conhecesse diria até que foram feitas pelo mesmo ferreiro.

Wander: idiota...

Varlock: como?

Wander: elas foram, sim, feitas pelo mesmo ferreiro. Vitek!

Varlock: (pensando) não pode ser, ele o conhece...

         Varlock fica um pouco surpreso com o que Wander disse, mas logo depois ele volta a si e ataca Wander mais uma vez:

Varlock: bem... Então vamos ver qual das espadas é a melhor, assim como o seu manipulador.

         Varlock apenas ataca e Wander tenta se defender como pode. O garoto já estava cansando quando decidiu agir. Ele esperou Varlock preparar outro ataque e antes dele desferir o golpe Wander se abaixou, desviando da espada e logo após deu um chute na barriga de Varlock, fazendo-o parar:

Wander: você não merece uma espada feita por Vitek. Ele é um homem bom e puro, fez essa espada para você pensando que você era um herói de guerra e é assim que você agradece?

Varlock: calado! Seu insolente! Você nunca entenderia minha relação com aquele homem!

Wander: relação? Que tipo de relação você teria com ele?

         Varlock para por um tempo, mas logo volta a atacar Wander:

Varlock: é melhor você prestar mais atenção na batalha, não quero te derrotar tão facilmente.

Wander: quem disse que você vai me derrotar?

         Os dois preparam um ataque e partem um para cima do outro, mas antes de seus ataques se chocarem uma grande sombra atravessou entre seus caminhos, os impedindo de atacar:

Varlock: o que é isso?

         Era um animal de grande porte, quadrúpede e de pêlos negros como a noite. Não demorou muito e Wander reconheceu o animal:

Wander: Agro?

Agro: rinnnch!

         Agro havia chegado ali depois de ouvir o grito de Wander, enquanto ele tinha um pesadelo. Logo o cavalo voltou a correr, dessa vez foi em direção a Varlock e o atacou com pisões:

Varlock: pare! PARE!

Wander: obrigado Agro, mas acho que você já pode parar.

         Agro, obedecendo Wander, parou de pisar em Varlock e começou a se afastar:

Varlock: mas o que foi isso?

Wander: chega de brincar Varlock... E diga qual a sua relação com Vitek!

Varlock: e pra que tanto interesse nisso?

Wander: por que eu fui criado por ele!

Varlock: (pensando) o que? Não pode ser...

Wander: vamos, DIGA!

Varlock: (guardando sua espada) certo. Irei te contar.

Wander: ótimo.

Varlock: sabe Wander, eu nasci e cresci sempre próximo aos meus pais. Eles não eram ricos, mas podiam se sustentar e eu sempre os ajudava. Um dia eu fui chamado pelo Rei para fazer parte do exército real e fui para a grande guerra das nações. Lá eu fui uma peça essencial para a nossa vitória na guerra e ao voltar fui condecorado com o cargo de capitão da guarda real e ganhei está espada feita por Vitek.

Wander: mas isso não explica sua relação com ele...

Varlock: alguns anos depois eu estava me tornando um problema para a nossa nação inimiga. Então foi aí onde tudo começou.

Wander: como assim?

Varlock: o Rei deste maldito reino queria tomar o nosso reino e eu não permitia. Ele então conseguiu se infiltrar na minha vila e começou a ameaçar meus pais de morte. Eu não podia deixar que nada acontecesse a eles, fazia anos que eu não os via. Então me entreguei a esse reino e estou sendo usado como uma marionete, apenas sob controle do rei.

Wander: e como Vitek entra nessa história?

Varlock: Wander... Eu nasci na vila de Daerth...

Wander: (pensando) Daerth? Mas é a vila onde fui criado...

Varlock: Eu sou filho de Vitek!

Wander: não...







Continua...


sexta-feira, 24 de junho de 2011

A verdade sobre o guerreiro!

Wander:
A lenda de um guerreiro


Capítulo 22: A verdade sobre o guerreiro!




Byantai: a hora chegou! Prepare-se Sneéu Basaran!

         Sneéu Basaran vira para Byantai:

Byantai: (a pedra e o colar de Dália começam a brilhar) está na hora da minha poderosa transformação, prepare-se para enfrentar HELL BASARAN!

Kurayami: essa não, se ele se transformar meus planos irão por água abaixo...

Borba: (pensando) isso Byantai, agora é só acabar com ele.

         Byantai então se ajoelha e a pedra e o colar de Dália são sugados pelo seu corpo, logo após um casco avermelhado e quente brota das suas costas, seu corpo começa a flamejar e logo depois uma cúpula de lava cresce ao seu redor, como a casca de um ovo. A cúpula cresce até atingir o tamanho de Sneéu Basaran e depois quebra em mil pedaços, revelando Hell Basaran. O gigante era uma tartaruga enorme, vários espinhos de pedra magmática brotaram de seu casco, que possuía um mini vulcão, lava escorria pelo seu corpo, e uma marca escrita em outra língua cobria quase todo seu casco:

Hell Basaran: enfrente-me irmão, se for capaz.

Sneéu Basaran: RRRROOOOOOAAAARRRRR!!!!

Borba: a batalha começa... AGORA!

         Longe da capital, Wander e Ygor tentavam fugir daquela prisão onde estavam. Majstor ainda não havia acordado e isso os deixavam preocupados:

Ygor: acho que o sonífero dado ao Majstor e ao Davi eram mais fortes que os nossos.

Wander: isso quer dizer que os guardas nos acham mais fracos, por isso nos deram uma porção menor de sonífero. Mas agora nós temos que acordá-los e fugir daqui. Eu tento acordá-lo, enquanto isso veja se os prisioneiros que viemos libertar estão aqui.

Ygor: certo!

Wander: (sacudindo Majstor) Majstor... MAJSTOR... MAJSTOR ACORDA!!!!!

         Todos os prisioneiros olham para Wander:

Wander: desculpem...

Ygor: Wander os soldados que foram presos não estão aqui.

Wander: que pena... Chegamos tão longe.

Ygor: todas essas pessoas são simples camponeses, eles contaram que foram presos por não pagar impostos e por isso serão enforcados.

Wander: essa não, eu não permitirei isso. Tente acordar o Majstor, que eu vou encontrar uma saída.

Ygor: está bem. Majstor... Hei Majstor acho que vou cortar sua barba.

Majstor: zzzzZZZZZzzzzz...

Ygor: não deu certo...

         Após algumas horas Davi acorda, ele estava zonzo e cansado:

Davi: onde e-estamos?

Wander: numa prisão inimiga.

Davi: essa não. Estamos aqui há muito tempo?

Wander: há algumas horas.

         Davi andou em direção a Ygor:

Davi: o que você ta fazendo?

Ygor: tentando acordar esse dorminhoco.

         Davi pega sua espada e aponta para o peito de Majstor, que logo segura à espada e como mágica aparece atrás de Davi:

Majstor: parabéns Davi, você sabe como me acordar.

Davi: não foi nada.

Ygor: (pensando) velho maluco, nunca vi alguém acordar assim...

Majstor: o que está fazendo Wander?

Wander: estou tentando abrir a porta.

Majstor: hum... Você só pode estar ficando louco.

Wander: por que?

Majstor: olhe bem, estamos presos em território inimigo, deve haver vários guardas cercando a porta e qualquer outra saída, afinal isso é uma prisão não é?

Davi: Majstor está certo Wander.

Wander: e o que devemos fazer então?

Majstor: veja e aprenda.

         Do lado de fora vários guardas estavam cercando a porta como Majstor previu, mas logo alguma coisa aconteceu, os pés dos soldados estavam presos por:

Soldado: areia, tem areia subindo os meus pés!

         A areia parece ter criado vida, ela desarma os soldados e os prende:

Wander: incrível!

Davi: o Majstor fez a areia prender os guardas sem nem ter os visto.

Majstor: ser o sábio da terra tem suas vantagens.

         Majstor cria um martelo de areia e depois quebra a porta, libertando a si e aos prisioneiros:

Prisioneiro: obrigado, meu bom homem. Sempre seremos gratos pelo que o senhor fez!

Majstor: não agradeça, apenas cumpri com o meu dever.

         Os quatro passam pelos soldados presos pela areia, e depois decidem o que fazer:

Davi: os soldados que procuramos não estavam lá, e agora?

Majstor: temos que continuar procurando e...

Wander: Hei!

Majstor: que foi?

Wander: lembrei de uma coisa, Varlock me deu um mapa com a localização dos soldados aprisionados!

Majstor: deixe-me ver o mapa.

         Wander entrega o mapa a Majstor, que o verifica:

Majstor: eu já devia saber...

Wander: o que?

Majstor: nesse mapa tem duas prisões: a que Varlock disse que era a certa e a que era a errada, mas...

Wander: mas?!

Majstor: a que ele marcou é essa em que estávamos, ele nos enganou.

Wander: o que?

Davi: mas por que ele nos enganaria?

Majstor: por que ele é um traidor.

Ygor: traidor?

Majstor: sim... Há muito tempo atrás, vários soldados foram capturados pelos inimigos por que continham um mapa verdadeiro, mas com uma marcação falsa, igual a este. E o pior: todos os mapas tinham sido confeccionados pelo mesmo homem.

Davi: quem?

Majstor: Varlock!

Wander: n-não pode ser, ele me enganou...

Majstor: calma Wander, não foi culpa sua. Mas com a ajuda desse mapa ainda podemos libertar os prisioneiros.

Wander: como?

Majstor: com a segunda prisão desse mapa. Eu não tenho dúvidas de que ela é a verdadeira.

Ygor: bom, não custa tentar, né?

Majstor: vamos logo.

         Todos se levantam, menos Wander:

Ygor: o que houve Wander?

Wander: não acredito que ele me enganou... Que ele seja um traidor...

Ygor: calma Wander, contaremos isso ao rei quando voltarmos e ele sem dúvidas vai puni-lo.

Wander: (levantando-se) está bem.

         Wander e Ygor vão atrás de Majstor e Davi, mas os dois estavam parados observando uma coisa:

Wander: o que houve?

Davi: veja.

         Era o cadáver de um soldado aliado. Ele estava vestindo um manto com um capuz, segurava uma adaga e tinha ferimentos por todo o corpo:

Davi: pobre homem. Ao menos morreu com dignidade no campo de batalha.

Majstor: Ygor!

Ygor: o que?

Majstor: pegue a adaga e o capuz dele.

Ygor: m-mas, por quê?

Majstor: apenas obedeça.

Ygor: está bem...

         Ygor pegou a adaga e a guardou e logo depois vestiu o manto e o capuz do soldado:

Ygor: isso fede!

Davi: claro, ele já deve estar em decomposição...

Ygor: ótimo, roupas de um defunto ¬¬

Majstor: vamos!

         Todos voltam a caminhar, durante alguns minutos tudo estava tranquilo, mas logo algo chamou a atenção de Ygor:

Ygor: (pensando) o que é aquilo?

         O garoto se separou do grupo e foi ver o que era, era um boneco cheio de serragem usado para treinamento:

Ygor: o que isso faz aqui?

         De repente ele ouve um barulho:

Ygor: (pensando) essa não, quem são aqueles ali?
        
         O garoto então reconhece os homens:

Ygor: é ele...

         Enquanto isso Majstor, Wander e Davi caminhavam em direção à prisão, quando Wander percebeu que faltava alguém:

Wander: hei! Cadê o Ygor?

Davi: ele deve ter ficado para trás...

?????: Nossa que irresponsabilidade Wander, deixar um membro do seu grupo para trás.

Wander: m-mas é...

Majstor: ... Varlock!

         Varlock vinha com dois guardas, que estavam segurando Ygor:

Varlock: bom Wander, acho que já que você deixou ele para trás é por que ele não vale nada mesmo, não é?

Wander: não...

Varlock: então acho que irei matá-lo, pois o que é inútil não deve nem existir.

         Varlock puxa sua espada, olha para Wander e sorrindo enfia a espada na barriga de Ygor com toda a força, tanta que a espada acaba atravessando o garoto:

Wander: NÃO YGOR!!!









Continua...


sábado, 28 de maio de 2011

Destruição total!

              Wander:
A lenda de um guerreiro


Capítulo 21: Destruição total!



         De repente o corpo de Bao Tuyet é coberto por gelo e neve e aos poucos o deus do gelo vai ganhando tamanho e forma:

Byantai: isso não é possível, ele está se transformando.

         Quando Bao Tuyet para de crescer o gelo quebra revelando sua verdadeira forma, era um ser gigantesco, quadrúpede semelhante a uma tartaruga, mas seu corpo estava coberto por uma grossa camada de neve, seu nome era:

Byantai e Kurayami: Sneéu Basaran!

Sneéu Basaran: RRRROOOOOOAAAAARRRRR!!!

Byantai: (pensando) a raiva que ele estava sentindo de mim virou puro poder! Agora será mais difícil pará-lo.

Kurayami: (pensando) perfeito! Dessa forma Byantai irá ficar cada vez mais na defensiva, infelizmente os outros deuses podem suspeitar de algo que esteja acontecendo. Ainda precisamos tomar muito cuidado...

         Sneéu Basaran começa a se mexer, seu corpo era tão pesado e gigantesco que a cada passo que dava montanhas iam à ruína. Mas Byantai e Kurayami notaram que o gigantesco deus ia a uma direção diferente, ele ia em direção a capital:

Byantai: o que ele está fazendo?! Ele vai para a capital?! Tenho que pará-lo!

         Byantai então arremessa Ikarla como se fosse um bumerangue, enquanto a foice ia em direção a Sneéu Basaran, Byantai conjurava um feitiço:

Byantai: gaiola do inferno!

         Após a conjuração o portal do quarto andar do inferno se abre a partir de Ikarla e dele saem várias correntes cobertas por fogo e lava, as correntes envolvem Sneéu Basaran como se fossem uma gaiola, impedindo-o de continuar andando:

Byantai: consegui...

Kurayami: essa não, saia daí Bao!

         Sneéu Basaran se sacode dentro da gaiola e logo depois começa a pisotear o chão, com isso vários espinhos de gelo crescem do solo e quebram as duras correntes infernais, logo depois o quarto portal se fecha e Ikarla volta às mãos de Byantai:

Byantai: isso vai ser bem mais difícil do que eu pensava...

Longe dali, nas Forbidden Lands, estavam no templo Dormin e o espírito do antigo dono do estábulo, que já estava ganhando uma aparência sombria:

Dono do estábulo: Dormin estou achando você perturbado, o que houve?

Dormin: estou sentindo o poder de três deuses em ação, são deuses poderosos, eu sei quem são dois deles: Byantai e Kurayami, mas o terceiro eu não sei quem é.

Dono do estábulo: mas isso não parece estar lhes perturbando...

Dormin: você tem razão, o que me perturba é outra coisa.

Dono do estábulo: o que?

Dormin: sinto o poder de um quarto deus, um poder muito forte e acho que sei quem é...

Dono do estábulo: e quem é?

Dormin: Darah...

Enquanto isso, Wander, Ygor, Davi e Majstor estavam sendo levados à uma prisão por quatro guardas, Ygor era o único que estava acordado, mas se fingia estar dormindo:

Guarda1: chegamos, jogue-os nas celas e vamos embora.

         Os guardas os jogam nas celas, junto aos outros presos, e vão embora, logo depois Ygor se levanta:

Ygor: é hora de agir...

         O garoto tenta acordar Majstor e Davi, mas nenhum dos dois acordam, porém, ele tenta acordar Wander e consegue:

Wander: AGRO!!!!

Ygor: hei calma aí!

Wander: desculpe, eu sonhei que algo de ruim estava acontecendo com o Agro.

Ygor: o que?

Wander: ele estava caindo de uma ponte bem alta...

Na capital, Sneéu Basaran tinha acabado de chegar e havia começado uma enorme onda de destruição:

Byantai: chega! É hora de pedir ajuda!

         Byantai junta as mãos e uma luz sobe para o céu, era uma mensagem para Gaiasus:

Byantai: isso deve resolver...

         Logo depois o deus abre o quinto e o sexto portal do inferno, sendo este último aberto com muita dificuldade, logo após isso saiu um colar do quinto portal e uma pedra preciosa do sexto, Kurayami havia visto os itens que saíram dos portais e os reconheceu:

Kurayami: (pensando) o que?! O colar e a pedra de Dália! Isso só pode indicar uma coisa, ele pretende se transformar em Hell Basaran! Tenho que impedí-lo.

Na pousada da mãe de Ygor os hóspedes saíam desesperados e ela e Mono fugiram montadas em Agro, quando chegaram fora da capital avistaram o terrível cenário da destruição, mas o mais estranho foi que Agro as derrubou de si mesmo e foi embora as deixando para trás:

Mono: não vá Agro!

Débora: deixe Mono, creio que ele saiba para onde vai e isso de alguma forma nos ajudará.

Mono: ...

         De volta a capital, mais da metade da cidade havia sido destruída e Byantai continuava tentando parar Sneéu Basaran:

Byantai: não dá pra pará-lo e eu ainda não tenho energia suficiente para abrir o sétimo andar novamente... Onde está a ajuda que eu pedi?

         De repente Kurayami aparece e ataca Byantai por trás:

Byantai: desgraçado...

Kurayami: eu sei que você quer se transformar, mas você irá é morrer!

         Kurayami concentra muita energia na sua mão formando uma esfera escura, mas no momento em que ele ia atacar Byantai um forte feixe de luz corta os céus e atinge o deus das trevas, logo é possível ver uma silhueta saindo do feixe: era um homem alto e forte, tinha cabelos curto e escuros, vestia uma armadura negra e em suas costas havia uma floresta de espinhos que emitiam um tipo de energia elétrica e ainda haviam vários buracos em sua armadura:

Kurayami: ora, mas o que você faz aqui?

?????: Gaiasus me avisou que alguém estava bagunçando a cidade, então vim ajudar Byantai a arrumar a bagunça.

Byantai: obrigado por ter vindo me ajudar, Borba.

Borba: não precisa agradecer Byantai, vamos só acabar com eles.

Byantai: certo, cuide de Kurayami enquanto recupero minha energia para abrir o sétimo andar do inferno.

         Borba então nota que Byantai está segurando o colar e a pedra de Dália:

Borba: ah, então é isso que você pretende?

Byantai: que bom que você já descobriu.

Kurayami: calem a boca, vocês são realmente patéticos!

Borba: cala a boca você.

         Dizendo isso Borba concentra um tipo de energia elétrica em seu punho e dá um forte soco no ar, como se fosse um boxeador, o ataque atinge Kurayami que é arremessado longe:

Borba: cuide de se transformar logo Byantai, você sabe que Kurayami é muito difícil de segurar.

Byantai: certo!

         Borba então dá um grande salto e chega onde estava Kurayami, que ainda estava deitado no chão por conta da queda:

Borba: tolo.

         Borba prepara outro ataque, igual ao que ele havia lançado antes, e atira em Kurayami, mas dessa vez Kurayami vira trevas pura:

Borba: o que? Um farsante?!

Kurayami: tolo, eu não caio no mesmo truque duas vezes.

         Kurayami invoca um grande arco, ele tinha o mesmo tamanho do deus, e ao puxar sua corda uma flecha feita de trevas aparece, ele atira em Borba, que é arremessado longe:

Kurayami: não há nada melhor que a vingança!

         Do outro lado da capital Sneéu Basaran estava destruindo tudo, Byantai aparece próximo ao gigante, olha para o colar e a pedra de Dália e sorrindo fala:

Byantai: a hora chegou! Prepare-se Sneéu Basaran!

         Sneéu Basaran vira para Byantai:

Byantai: (a pedra e o colar de Dália começam a brilhar) está na hora da minha poderosa transformação, prepare-se para enfrentar HELL BASARAN!








Continua...